Nicolas Leite

Qual foi o maior ato de bondade que você já vivenciou ou presenciou?

Galera, nossas viagens são repletas de historias pra contar e relembrar.
Qual foi o maior ato de bondade que você já vivenciou ou presenciou em alguma viagem pelo mundo? Me conte!

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Elaine Moraes

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Elaine Moraes Campinas

respondeu 1 ano atrás

Oi Nicolas! Realmente, nossas viagens são cheias de historias!!!

Vou tentar resumir uma que teve um lance de bondade que vivenciei.

Alugamos um carro em Frankfurt e nosso destino final era virar o ano em Taormina .

Começamos nossa descida dormindo onde dava, parando onde queriamos. Mas ai vieram aqueles acontecimentos inesperados.

Batemos o carro em Roma , sofremos uma tentativa de roubo na periferia de Nápoles quando estavamos indo para Pompeia. Mas nao nos abatemos e continuamos. Exploramos a Costa Amalfitana e por fim, depois de alguns dias chegamos na Sicília .

Resolvemos virar o ano em Messina e depois viajar pela Sicilia,achamos um hostel e saimos para procurar onde comer. Tudo fechado,fomeeee e tudo fechado. Foi ai que encontramos um bar, bar mesmo, tipo bar de cais. O cara falou que tava fechando, que nao encontrariamos nada aberto e que so teria festa privada. Ai contamos nossa historia, os acontecimentos. Ai ele disse que nao tinha nada de comida e nos deixou sentados ali na mesa.

Depois de meia hora apareceu com sopa, bolo e champagne!!! Nao nos cobrou nada por isso e ainda nos levou com ele em uma festa privada de um amigo dele. Festa simples, mas achei um ato de bondade enorme da parte dele!!!

Alem de muita fome,eu ainda estava com a cabeça dolorida, pois o cara que tentou nos roubar grudou mos meus cabelos e chacoalhava para ver se eu soltava a minha bolsa, quase fiquei careca. Fiquei um bom tempo com a cabeça doendo,e o Antonio ,o cara do bar em Messina, ficou penalizado e quis nos ajudar!!!

Lugares mencionados
  1. Taormina , , Messina, Itália
  2. Roma , , Itália
  3. Nápoles , , Itália
  4. Sicília , , Itália
  5. Messina , , Itália
Priscila Mattos

Priscila Mattos São Paulo

respondeu 1 ano atrás

Morei na India durante um periodo que topei um convide de um trabalho com uma comunidade carente em Mumbai. Eu não sou daquelas pessoas que se preocupa muito com roupa... sou até muito largada como meus amigos dizem...rs

Eu amava um Kurti, que é uma roupa indiana compridinha que as mulheres usam com legging por baixo ou com uma calça larguinha, e usava o mesmo quase todos os dias quando ia para o projeto. Eram 350 crianças muuuuito pobres.... quando falo pobre não é nível favela Brasil, é pooobre... que mora embaixo de uma laje sem parede no meio do lixão. Aí as crianças durante as aulas ficavam tirando sarro de mim, pois meu Kurti estava rasgado... eu o usava todo dia pq gostava, poderia comprar outro de boa, mas amava aquele um que era super fresquinho...

Aí uma das meninas chegou um dia na sala de aula com um kurti lindo cor de rosa para me dar de presente... vc não imagina minha emoção... ela se importou muito mais do que eu e quis me ajudar, mesmo ela não tendo nada, muito menos roupa... ela me deu. tentei não aceitar, e vi que ela ficou triste... aí aceitei e troquei o meu furado por aquele e usei todos os dias... ela ficava tão feliz de me ver usando que eu usava muito mais pra ver a cara dela de felicidade. 

Tiago Imperatori

Tiago Imperatori Lajeado

respondeu 1 ano atrás

Nicolas, já vivi e vivenciei várias situações que me emocionaram muito. Atos de rascismo dentro de Universidade e em shoppings e pessoas da mesma descendência "partindo para cima" com diálogo para resolver a situação sem ninguém sair machucado física ou psicologicamente falando.

Já recebi ajuda de um motorista de ônibus em Vancouver, no Canadá, ao me perder e ele me trocar a sua rota para me deixar praticamente na porta da casa onde eu estava hospedado.

Mas um fato que me emocionou muito foi no Natal de 2014, em Paris. Estava passeando com mais 3 amigas, fomos ao supermercado comprar comida,v vinho e champanhe, jantamos na calçada da Champs Élysées e, depois de assistir a cerimônia na Catedral Notre Dame, ao bater o sino da meia noite estouramos a garrafa para comemorar e escutamos uma música linda.

Depois de nos abraçarmos e desejarmos Feliz Natal, percebemos que havia um senhor de idade, músico de rua, tocando aquela música que tanto nos emocionou (por estarmos longe de casa, das nossas famílias e dos amigos). Mas a maior emoção foi a de termos percebido que ele estava literalmente sozinho em plena noite de Natal.

A nossa reação foi a de parar ao lado dele, abraçá-lo e cumprimentá-lo, além de oferecer uma taça de champanhe para brindar conosco, a fim de que a noite fria dele tivesse um pouco de aconchego, principalmente pq pela frente deles passavam várias pessoas felizes e ele lá, tocando suas músicas com aquele ar solitário.

Foi lindo e muito emocionante.

A fisionomia dele ao receber o nosso carinho compensou tudo e outras pessoas se aproximaram para compartilhar aquele momento conosco.

Tiago Imperatori adicionou foto de América,Europa,África,Ásia,Oceania,Antartida Foto 1

Roberta Fernandes

Roberta Fernandes São Paulo

respondeu 1 ano atrás

Uma vez fui pro Rio com uma amiga meio de ultima hora e nao deu tempo de reservar lugar pra dormir. Era copa do mundo, ou seja... Chegando lá a cidade tava cheia e nao tinha lugar em nenhum dos hostels/hoteis que tentamos. Já quase desistindo e decidindo virar a noite na balada mesmo paramos duas cariocas para pedir informação. ConverSamos uns cinco minutos, comentamos que estavamos sem lugar pra dormir, agradecemos e saimos andando. 

Uma delas chamou a gente, voltamos e fomos convidadas para passar a noite no quarto de visita do ape delas, com direito a banho, cama quentinha e café da manha no dia seguinte <3 um luxo pra quem já tava se contentando em dormir na rua rs

Acho que pouquissimas pessoas abririam a cada desse jeito para duas mochileiras malucas e completamente desconhecidas :) 

Fernanda Steinhorn

Fernanda Steinhorn Londrina

respondeu 1 ano atrás

 Uma vez estávamos de trem na Alemanha descemos no ponto errado. Era noite e não tínhamos pra onde ir. Fomos pedir informação para uma pessoa, que nos deu carona até o ponto certo! Isso salvou nossa viagem!!

É difícil que muitas vezes a gente mesmo desconfia da bondade das pessoas. Mesmo assim já recusei bondades pq parecia golpe.

Lugares mencionados
Caio Angarten

Caio Angarten Indaiatuba

respondeu 1 ano atrás

Boa tarde Nicolas!

Quando tive meu acidente de bike em Auckland, ao voltar para o Hostel com o corte na cabeça, as pessos perguntavam se eu estava bem e se precisava de ajuda.

Não é bem uma bondade, mas é um ato que me surpreendeu bastante!

Abração

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