Hostels e pousadas: opções para gastar pouco com hospedagem


 América, Europa, África, Ásia, Oceania  

Toda viagem começa com planejamento. É a hora de pensar em um roteiro, procurar os voos e reservar a hospedagem. Esse último passo pode levar boa parte do seu orçamento. Se hotéis estão fora de cogitação e até os hostels parecem caros demais, não precisa entrar em pânico.

A coluna “Fique Esperto” dessa semana mostra que existem outras opções de hospedagem não tão tradicionais e que (atenção!) podem sair até de graça. O que todas elas têm em comum? Só funcionam quando há uma relação de confiança entre os viajantes.

Airbnb

Talvez o mais conhecido dos itens desta lista, o Airbnb é um aplicativo que permite o aluguel de casas, apartamentos e quartos ao redor do mundo, por um período curto de tempo. Crie seu perfil, capriche na descrição para mostrar que você é uma pessoa legal e confiável, e procure as opções de estadia.

Ao clicar no imóvel desejado, você consegue ver a localização aproximada, fotos disponibilizadas pelo morador e relatos de outros viajantes que já passaram pela casa. O dono do perfil não consegue apagar comentários negativos.

Se gostar, mande uma solicitação para o dono do imóvel e aguarde para saber se será aceito ou não.

O Airbnb é muito vantajoso quando a viagem é feita com companhia. Assim, você pode alugar um quarto ou apartamento para três pessoas e dividir a taxa de locação. Ainda há a vantagem de ficar em uma casa de verdade, imerso no dia a dia local.

Similar: Booking.com. No site você também encontra quartos ou casas para alugar. O Booking. com também funciona para encontrar hostels, pousadas e hotéis.

Couchsurfing

Popular entre viajantes mais jovens, como o nome já diz, a ideia aqui é surfar de sofá em sofá. A maior vantagem é o seu custo zero. Você cria um perfil no site e consulta as opções de hospedagem nos destinos de sua preferência. Achou um lugar legal? Entre em contato com o morador, que então irá avaliar se aceita te hospedar.

O site é bom para quem quer conhecer pessoas novas e viver com um local por alguns dias. Mas atenção: o sistema funciona melhor para estadias curtas, de um ou dois dias. Também não dá para exigir muito conforto. Você pode se deparar com uma cama toda para você, ou apenas com um espaço no chão da sala para colocar um saco de dormir - se você tiver um.

Se estiver inseguro, procure anfitriões bem avaliados no site. Com mais experiência no couchsurfing, é possível entender melhor os usuários e se hospedar em casas menos populares no site.

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Mind My House

Quem tem bichinhos de estimação sabe como é complicado sair de férias. Onde deixá-los? Serviços com o Mind My House oferecem uma saída para esse problema - e uma oportunidade para viajantes que buscam estadias longas e gratuitas.

Aqui a ideia é se oferecer para cuidar da casa de alguém enquanto o morador viaja. É comum que as ofertas de casas venham acompanhadas de animais de estimação ou plantas que precisam de atenção. Se você não se importa em passar uma parte do dia fazendo limpeza e zelando pelos pets, ser um house sitter (cuidador de casas) pode ser sua vocação.

No site há desde casas simples em vilarejos afastados do leste europeu, até castelos na França e mansões em vinículas na Itália. Nada mal, hein?

A dica de quem já usa o serviço é começar por baixo, procurando ofertas em locais não tão paradisíacos. Assim, você cria uma reputação de cuidador e será aceito com mais facilidade em ofertas concorridas.

O Mind My House cobra uma taxa anual de US$ 20 (aproximadamente R$ 80) dos cuidadores.

Similares: Trusted HousesittersHouse Carers

Home Exchange  

Essa é uma boa alternativa para quem mora em cidades turísticas. Pagando uma assinatura anual de R$ 230, você pode cadastrar sua casa e procurar outras residências ao redor do mundo (o site possui mais de 65 mil imóveis cadastrados em 150 países). Se os donos da casa que você escolheu também se interessarem pela sua, ótimo! É só combinar a troca. O Home Exchange ainda te dá um ano extra grátis se você não fizer nenhuma troca durante o primeiro ano de uso. 

Agora não tem desculpa para deixar de viajar por causa do preço da hospedagem, não é mesmo?

Boa viagem!

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