Dicas para comer na rua sem medo de passar mal depois


 América, Europa, Ásia, África, Oceania  

Todo bom viajante sabe que em um mochilão não sobra muito dinheiro (nem muito tempo) para comer em restaurantes chiques. A melhor relação custo/benefício acaba sendo comer na rua: barraquinhas, trailers e vendas em geral. No entanto, uma pergunta pode aparecer para quem está começando a viajar: dá para confiar nesse tipo de alimento? A seção "Fique Esperto" dessa semana traz algumas dicas para comer aquele kebab de rua sem medo de ser feliz.

Seja no Brasil, na Europa ou na Ásia, uma das maiores dificuldades para as prefeituras locais é a fiscalização, pois surgem vendas em tantos lugares e ao mesmo tempo (sem contar que os próprios administradores também fazem vista grossa, muitas vezes, para não prejudicar o turismo). O maior problema é que muitos donos de barracas, seja por conta do alto investimento, seja porque não possuem uma formação específica, não aplicam o dinheiro nesses itens.

É perfeitamente possível comer na rua sem passar mal. Para isso, bastam alguns cuidados e uma atenção a mais, mas nada que prejudique a viagem. Primeiro de tudo, olhe o movimento da barraquinha que estiver de olho. Estar lotado é um bom sinal, pois a rotatividade da comida é alta, sendo assim não sobra alimento parado por muito tempo e as chances de comida estragada ou vencida são bem menores. Sem contar que, se está lotado, a tendência é de o que é vendido por ali ser muito bom.

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Evite alimentos que são expostos por muito tempo à temperatura ambiente. Dê preferência a lugares que fazem a refeição na sua frente. As frutas enganam muita gente. Aparentemente, o viajante vê uma fruta e já acha saudável. Mas não se engane: frutas, legumes e vegetais pré-cortados são um perigo se mal manuseados, mal limpos e mal armazenados.

Mesmo que não seja um lugar extremamente lotado, fique de olho se existem moradores locais frequentando o estabelecimento. Se a pessoa que mora ali come com frequência, quer dizer que o lugar é bom, caso contrário não voltaria, não é mesmo? Outra coisa importante para observar é na água potável, que é crucial para a produção de alimentos seguros. Tente olhar se o lugar tem água potável disponível para lavar as mãos, os utensílios, e, principalmente, para ser usado na elaboração dos pratos.

Outra dica importante é ir experimentando aos poucos. Em um mochilão de 30 dias, por exemplo, para que sair comendo que nem um louco na rua logo no primeiro dia? É preciso um tempo de adaptação ao seu organismo.

Só não deixe comer na rua, pois ela é uma manifestação autêntica da cultura de cada local que está viajando. O que seria de visitar a Bahia e não comer um acarajé na rua?

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